Psicodelizando

Graciela Salazar: “El milagro verde” do nú artístico

O NÚ ARTÍSTICO DE GRACIELA SALAZAR: UMA CRÍTICA DOS POVOS AMAZÔNICOS

Graciela Salazar
La Virgen del Capinurí, acrylic on linen, 100 x 120 cm, 2014

Graciela Arias Salazar nasceu em 1978. Estudou na Escola Superior de Formação Artística “Eduardo Meza Saravia” em Pucallpa, Peru. Graciela, que faz parte da vanguarda visionária, desenvolveu um projeto chamado “El milagro verde” onde a artista busca desenvolver críticas ao extrativismo amazônico e contextos históricos opressivos de seu povo, ela também explora o lado materno-espiritual da mata personificando a Amazônia em mulheres.

Graciela exibiu muitas vezes, incluindo:

2009 “Amazon Art” em Luumäki, na Finlândia;
2012 “Arte Contemporânea Amazônica” em Iquitos, Peru;
2012 “El Milagro Verde – História da Pintura Amazônica” Galeria Luis Miroquezada Garland em Lima, Peru; 2013 “Mulheres da Floresta” Centro Cultural de España, Lima, Peru;
2013 “Esplendor de Sirenas” Casa Rimac em Lima, Peru;
2014 VI “Competição Nacional de Pintura – Banco Central” Lima, Peru;

Graciela Salazar
Coleccionista de Amores, acrylic on linen, 97 x 146 cm, 2013

Conheça mais de seu trabalho:

Graciela recebeu os seguintes prêmios: Prêmio 2012 do Segundo Lugar – “PACA” – Prêmio de Arte Contemporânea Amazonico Iquitos, Peru 2013- Menção de Honra V VI “Competição Nacional de Pintura – Banco Central” Lima, Peru Suas obras foram incluídas em várias publicações e catálogos de arte, sendo o mais significativo o “El Milagro Verde – Historia da Pintura Amazônica” 2013.

Graciela salazar
“Del Espiritu Santo”

A maternidade espiritual da floresta ganha novos sentidos nas obras de nú artístico de Graciela Salazar. O milagre verde (el milagro verde) é a vida, que a pesar de tudo, prospera e mantem-se firme e intacta. A floresta é autossuficiente e ultrapassa nossos limites, nossas compreensões.

Graciela Salazar
Machete I
Graciela Salazar
Machete II

O apelo de Graciela nas obras “Machete I” e “Machete II” é histórico e crítico. A autora busca reencontrar o caminho histórico que seu povo, que seu país como um todo, enfrentou. Quais foram os desafios étnicos e extrativistas que culminaram na sociedade peruana que conhecemos hoje. O facão, como simbolo de colheita, fertilidade, e prosperidade… mas também como símbolo de destruição, desmatamento e violência.

Hugo Pitta

Paulistano da gema, foi criado no fundão da Zona Leste de SP (#DoItaimProMundo). Desde cedo envolvido com a arte da vida, descobriu-se atleta de taekwondo, fotógrafo, amante da natureza e viajante-gaiato entre as fronteiras deste mundão! Graduando em Ciências Biológicas e funcionário público, tenta conciliar a vida corrida com a gerência da equipe de redação do site.